Como recuperar suas energias através da alimentação!
Você sabia que alguns alimentos ajudam uma pessoa a recuperar as energias perdidas no dia?
A maioria da energia necessária para se mover, realizar trabalho e viver é fornecida pelo carboidrato, consumida na forma de grãos, tem a maior concentração de energia e constitui a maior fonte de alimento para as pessoas do mundo.
Cada grama de carboidrato produz aproximadamente 4 kcal, independente da fonte. A glicose, que é um carboidrato, é indispensável para manter a integridade funcional do tecido nervoso e, sob circunstancias normais, é a única fonte de energia para o cérebro.
A presença de carboidrato é necessária para o metabolismo normal das gorduras. Na ausência de carboidrato suficiente, quantidades maiores de gorduras são usadas para a produção de energia.
A maioria dos carboidratos da dieta vem de alimentos de origem vegetal, a única maior exceção é a lactose, o carboidrato que encontrado no leite e derivados.
Encontramos quantidade significativa de carboidrato em grãos de cereais como arroz, nos tubérculos como a batata, mandioca, e em massas em geral como macarrão, pães e pizzas. E em menos quantidade nas frutas em forma de frutose.
Algumas vitaminas quando ingeridas diariamente ajudam a manter a energia no decorrer do dia, elas são substâncias necessárias para o metabolismo no organismo, mas que não podem ser produzidas em nosso corpo. Assim, elas são obtidas através de alimentos, bebidas ou suplementos vitamínicos. As exceções são a vitamina D, que é sintetizada no organismo em uma escala limitada, e as vitaminas B12 e K, as quais são sintetizadas pela flora bacteriana no intestino.
Conseguimos suprir as necessidades das vitaminas através da alimentação equilibrada, que é aquela que abrange uma variedade de alimentos para se obter nutrientes necessários em quantidade e qualidade certa específica para cada pessoa.
Quanto mais colorido é o seu prato, mais vitaminas, minerais e nutrientes serão fornecidos ao seu organismo. Cada cor de alimento identifica nutrientes específicos e respectivos benefícios e propriedades funcionais. Em alguns casos específicos, algumas pessoas necessitam de suplementação que será detectado através de exames laboratoriais.
A má alimentação pode influenciar na rápida perda de energia, quando organismo não tem de onde retirar energias e essa será utilizada da massa muscular e não da massa de gordura, além disso, a pessoa poderá sofrer uma hipoglicemia, que é a queda de açúcar do sangue, e vir a desmaiar.
Existem algumas dicas que podemos seguir para manter uma vida saudável e cheia de pique, quando nos alimentamos várias vezes ao dia, mantemos o metabolismo acelerado e obtemos energia suficiente para praticarmos atividade física adequadamente.
O importante é reeducarmos nossa alimentação para mantermos uma Qualidade de vida adequada e saudável.
Para que a dieta tenha bons resultados, é necessário que seja elaborada por uma nutricionista, com as necessidades calóricas e de nutrientes adequados para cada organismo. A alimentação não é necessária somente para o bom funcionamento do organismo, ela também pode afetar as emoções de formas positivas e negativas.
Seguem algumas dicas que auxiliam na melhoria da qualidade de vida:
- Praticar atividade física junto com alimentação equilibrada;
- Evitar bebidas alcoólicas e refrigerantes; - evitar calorias vazias;
- Comer devagar, mastigando bem os alimentos;
- Não comer fazendo outra atividade (lendo, assistindo tv);
- Ingerir de 1,5 a 2 litros de água por dia;
- Não utilizar temperos prontos;
- Fracionar a alimentação em quatro a seis refeições por dia ( desjejum, almoço, jantar, intercalando lanches no período da manhã e da tarde procurando se alimentar de 3 em 3 horas).
Lembre-se o número de porções diárias de cada alimento a ser usado varia de pessoa para pessoa e depende de vários fatores, como atividade física praticada, peso, altura, idade, estrutura fisiológica. Para se ter um bom diagnóstico é muito importante o acompanhamento de um profissional nutricionista e médico para a solicitação de exames laboratoriais.
Fonte: www.cidadesaudavel.com.br
